Radiologia Intervencionista · São Luís/MA

Medicina guiada
por imagem.
Conduta guiada por
cada paciente.

Procedimentos minimamente invasivos, realizados por punção e guiados por imagem, para doenças vasculares, oncológicas e neurológicas. A indicação é definida caso a caso, após avaliação médica individual.

Retrato do Dr. Bernard Giancristoforo
CRM-MA 17178 RQE 7347
INCAFormação · Rio de Janeiro
MUSCFellow · Charleston, EUA
4 hospitaisAtuação em São Luís/MA
RQE 7347Especialista registrado

Sobre

Uma trajetória entre o Rio, os Estados Unidos e o Maranhão.

O Dr. Bernard Giancristoforo é médico radiologista intervencionista, com formação no Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Rio de Janeiro, e especialização internacional na Universidade Médica da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Foi no INCA, diante de casos oncológicos complexos, que aprendeu algo que carrega até hoje: antes da técnica vem a leitura correta do caso.

Depois de anos atuando em uma equipe de referência nacional no Rio de Janeiro, escolheu São Luís. Carioca de origem, hoje mora e atende no Maranhão, onde trouxe a mesma bagagem de experiência, tecnologia e medicina baseada em evidências. Sua especialidade realiza procedimentos minimamente invasivos, guiados por imagem, para o tratamento de doenças vasculares, oncológicas e neurológicas. São intervenções feitas por punção, sem incisão cirúrgica ampla, com tempo de internação e de recuperação que costumam ser menores do que os das técnicas abertas, conforme o caso e a avaliação da equipe.

Para o Dr. Bernard, não existe protocolo genérico. Existe cada paciente, cada exame, cada momento de vida. Uma parte importante da consulta é entender o que a pessoa espera, explicar com clareza o que a medicina pode e o que não pode oferecer naquele caso, e decidir junto. Quando o procedimento minimamente invasivo é o melhor caminho, ele é indicado. Quando não é, isso também é dito com honestidade.


Dr. Bernard Giancristoforo · CRM-MA 17178 · RQE 7347

A especialidade

O que é radiologia intervencionista

É a especialidade médica que trata doenças por dentro do corpo, sem abrir. Em vez de uma incisão cirúrgica ampla, o médico faz uma punção, geralmente de poucos milímetros, e conduz cateteres finos ou agulhas até o ponto exato a ser tratado. Todo o caminho é acompanhado em tempo real por equipamentos de imagem, como angiografia, tomografia ou ultrassom. É medicina de precisão, feita com o olho na imagem e a mão no cateter. Nem todo caso tem indicação para essa abordagem, e a definição depende sempre de avaliação médica individual.

Acesso por punção

O procedimento é realizado por um pequeno orifício na pele, sem incisão cirúrgica ampla.

Navegação guiada por imagem

O trajeto e o alvo são acompanhados em tempo real, o que permite tratar apenas a área de interesse.

Anestesia e internação reduzidas em muitos casos

Boa parte dos procedimentos é feita com anestesia local associada a sedação, com permanência hospitalar curta. Isso varia conforme o procedimento, o quadro clínico e a decisão da equipe.

Procedimentos

Quatro das abordagens mais frequentes

Todas exigem avaliação individual e exames prévios para definir se há indicação.

01

Ablação tumoral guiada por imagem

Para pacientes com tumores em órgãos como fígado, rim, pulmão ou tireoide, em casos selecionados e conforme indicação da equipe que acompanha o tratamento oncológico.

Uma agulha fina é levada até o tumor com a orientação de tomografia ou ultrassom. Por essa agulha é aplicada energia, calor ou frio, que atua sobre a área alvo de forma localizada. O procedimento é feito por punção, sem incisão cirúrgica ampla, e pode ser indicado de forma isolada ou como parte de um plano de tratamento mais amplo, ao lado de outras especialidades.

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02

Embolização genicular

Para pessoas com dor crônica no joelho associada a osteoartrite, que persiste mesmo após tratamento clínico e fisioterapia.

Na artrose do joelho, a inflamação da membrana que reveste a articulação vem acompanhada de vasos sanguíneos novos e frágeis, que ajudam a manter a dor. A embolização consiste em levar um cateter fino até esses vasos, por punção, e reduzir o fluxo de sangue para eles. Em casos selecionados, pode contribuir para o controle da dor. Não substitui a avaliação ortopédica nem exclui outras condutas.

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03

Embolização de próstata

Para homens com hiperplasia prostática benigna, a próstata aumentada, com sintomas urinários como jato fraco, urgência ou levantar várias vezes à noite.

A embolização prostática reduz o fluxo de sangue que chega à próstata aumentada, o que pode levar à diminuição do seu volume ao longo das semanas seguintes. É realizada por punção, com cateteres finos guiados por imagem, sem incisão cirúrgica ampla e sem manipulação da uretra. É uma das alternativas disponíveis, e a escolha é feita em conjunto com o urologista, caso a caso.

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04

Embolização de miomas uterinos

Para mulheres com miomas sintomáticos, com sangramento menstrual intenso, cólicas, sensação de peso ou aumento do volume abdominal.

O mioma depende do sangue que chega até ele para crescer. Na embolização, um cateter fino é conduzido por punção até as artérias uterinas e o fluxo para os miomas é reduzido de forma seletiva. Em casos selecionados, isso pode levar à diminuição do volume dos nódulos e ao alívio dos sintomas ao longo do tempo. É um procedimento que preserva o útero, definido em conjunto com o ginecologista.

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Atendimento

Do primeiro contato ao acompanhamento

  1. 01

    Primeiro contato

    Você fala diretamente com a equipe pelo WhatsApp e agenda a consulta. Se já houver diagnóstico ou exames feitos por outro médico, é útil ter esse material em mãos.

  2. 02

    Consulta e análise dos exames

    Na consulta, o Dr. Bernard escuta a sua história, examina você e revisa os exames de imagem. Quando necessário, solicita exames complementares.

  3. 03

    Indicação individualizada

    A conduta é discutida com você e, quando pertinente, com o médico que já acompanha o caso. Se não houver indicação para a intervenção, isso é dito com franqueza.

  4. 04

    Procedimento e acompanhamento

    Havendo indicação, o procedimento é realizado em ambiente hospitalar. O acompanhamento continua depois, com retornos e reavaliação por imagem conforme o protocolo do caso.

Onde atende

Quatro hospitais em São Luís

A escolha do hospital considera a necessidade de cada caso, a estrutura exigida pelo procedimento e a cobertura do paciente.

Para saber onde é feita a consulta e como agendar, fale com a equipe pelo WhatsApp.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Não encontrou a sua pergunta?

Perguntar no WhatsApp

Depende do procedimento e do seu quadro clínico. Boa parte das intervenções guiadas por imagem é realizada com anestesia local associada a sedação, o que mantém o paciente confortável durante o exame. A definição final é feita pela equipe de anestesiologia, após avaliação pré-anestésica.

Em muitos casos a permanência hospitalar é curta, algumas vezes de menos de 24 horas. Isso não é uma regra: o tempo de internação depende do tipo de procedimento, da resposta de cada organismo e de eventuais condições clínicas associadas. A equipe informa a previsão antes da data marcada.

Todo procedimento médico envolve algum grau de desconforto, e não seria honesto dizer o contrário. O que existe é um plano de controle da dor, com anestesia durante a intervenção e medicação prescrita para o período de recuperação. Alguns pacientes relatam cólicas ou dor localizada nos primeiros dias após embolizações, e isso é acompanhado pela equipe.

As condições de atendimento e a cobertura variam conforme o convênio, o hospital e o procedimento indicado. Muitos desses procedimentos constam no rol de cobertura da saúde suplementar, com critérios próprios de autorização. O caminho mais seguro é falar com a equipe pelo WhatsApp e verificar o seu caso antes de agendar.

O retorno às atividades varia bastante de pessoa para pessoa e de procedimento para procedimento. Como a intervenção é feita por punção, sem incisão cirúrgica ampla, o tempo de recuperação costuma ser menor do que o das técnicas abertas, mas a orientação é sempre individual. O Dr. Bernard informa o que esperar no seu caso durante a consulta.

Não. Existem critérios clínicos e de imagem que definem quem pode se beneficiar de cada abordagem, e há situações em que a cirurgia convencional é a melhor escolha ou a única possível. A cirurgia aberta segue sendo um recurso consolidado e insubstituível em muitos casos. A radiologia intervencionista é uma alternativa, não uma sucessora: trata por dentro, por punção e com orientação de imagem, o que muda a forma de acesso ao problema. Só a avaliação médica individual, com exames, permite dizer qual caminho faz sentido para você.

Agendar

Se você já tem um diagnóstico, o próximo passo é entender todas as suas opções.

Muitos pacientes chegam aqui depois de ouvir de outro médico o nome de uma doença e a indicação de uma cirurgia. Uma segunda avaliação não é desconfiança: é informação. Na consulta, seus exames são revistos e as alternativas disponíveis para o seu caso são explicadas em linguagem clara, incluindo o que a radiologia intervencionista pode e o que não pode oferecer. A decisão continua sendo sua.

Agendar uma avaliação pelo WhatsApp

(98) 98479-3783 @drbernardgiancristoforo

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